sábado, 25 de agosto de 2007

Too tired.

Today I feel too tired.
Feel like everything I done was in vain.
I feel like I'm nothing.
And it's completely stupid. 'cause nothin' happened for I'm feelin' like this.
Aww life sucks...
Just wanna feel good.

Feel fine.
Just it.
And I'd probably be fine.
Or if all my friends were allright.
That would be enough too.

Despair.

Bah

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Dormir

Dormir, uma expressão de inocência ainda se mantém. É bom saber que ainda se pode sentir assim aos 20 anos.

Love, Love , Love! =)

You make me feel so good.
The way you love me, it's so incredibly powerful.
I feel I can do anything when I'm with you.
Just keep lovin' me that way. Never ever leave me.
Your eyes, your touch, your smile, I love everything about you.
I will always love you.
And just don't forget you're the love of my life.
I feel so glad to be surrounded by you. You mean everything to me.

Os efeitos de ter visto "If these walls could talk 2" de madrugada.. Fiquei super feliz, faz-me feliz saber que o amor verdadeiro existe e é mais do que um conto de fadas. Pode o Sol não ter espreitado para o meu lado ainda, mas sei que algures em meu redor este Brilho, esta claridade, a felicidade que o Amor traz, faz alguém feliz e isso é o bastante para também eu partilhar esse clima de ânimo, felicidade e de amor.
Bahh pareço uma tola, mas sinto-me feliz por sê-lo.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Sentimentos..

A profundidade do olhar, um toque súbito nas mãos tão macias.


Sinto-me a perder-me.. a cair eternamente, sem nunca poder voltar. É um sentimento, quase como se não conseguisse respirar. Não o digo, não o mostro, nem sei se o sinto de verdade.


Até que ponto é um sentimento, até que ponto o quero levar?


Um sorriso, lindo, não forçado. Os olhos, os olhos... só de pensar me apetece chorar, tal é a sua beleza.


Toque, um único toque, arrepios, a suavidade da sua mão


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Raiva, talvez, de sentir o que sinto.

Sei que tudo se vai repetir e serás apenas mais uma..
Mais uma a abandonar-me, a esquecer-me. É o princípio do fim e eu sei.

Só me sinto triste porque pensei (mais uma vez) que as coisas fossem resultar apesar de nem ser muito fácil.

Afastar, é sempre isso que faço.

Porquê? A culpa vai ser minha.. bahh porquê?

Não é suposto alguém compreender. É apenas um desabafo.

domingo, 5 de agosto de 2007

O índio que queria voar.

A pequena águia queria voar.

Um jovem rapaz que é feliz na sua tribo, com a sua família pode-se considerar livre.

Mas apesar de ser feliz, Pequena Águia também quer voar para fora do ninho, e não é por ser índio que não tem de seguir toda uma série de normas e condutas sociais, muito pelo contrário.

Pequena Águia queria voar ao som da música, acompanhado pela Natureza. A Pachamama , mãe terra, ele oferecia o que podia. Pequena Águia adorava dançar. À noite, escapava-se da tenda e cantando alegremente a Inti, pedia desculpa por não o poder fazer de dia, que era quando Inti se mostrava em todo o seu esplendor.

A sua irmã, Kaysha, escrevia nos quipus histórias lindas de animais, da Natureza, dos deuses, de como algumas músicas eram sobre histórias tristes de outras tribos.

Pequena Águia, chegou um dia ao pé dos seus pais e estranhou não ver Kaysha, sentada na relva olhando para o vale enquanto escrevia nos seus quipus. Perguntou-lhes então por Kaysha e o pai disse-lhe que tinho ido fazer uma oferenda a Mama Killa. O jovem índio desatou a correr e chorava enquanto no céu uma águia voava, acompanhando-o, e piava agudamente. Por montes, vales e planícies, Pequena Águia continuava a correr chorando.

Ao pé de casa os pais abraçaram-se e a mãe tinha lágrimas nos olhos, apesar de não as mostrar nem chorar mesmo.

Pequena Águia sabia que a irmã não voltaria, tinha sido oferecida em sacrifício à deusa a que tanto orava. Revoltado com Mama Killa, pediu a Inti que a noite nunca chegasse e que Mama Killa não pudesse ver nada lá de cima com a forte luz de Inti a incidir sobre os Andes.

Mas a noite acabou mesmo por chegar e com ela o frio que o pequeno índio sentia e o vazio no seu coração. Tinha um longo futuro à sua frente, não compreendia por que razão Kaysha não o podia ter também. Revoltou-se então com Inti e principalmente com Viracocha. Segundo o rapaz, a culpa seria toda de Viracocha sem o qual não existiria mais nada, e desse modo, Kaysha não lhe poderia ser roubada.

Continuou sempre a andar, já desesperado e sem saber o que fazer, entretanto estava a amanhecer. Dos céus desceu algo que Pequena Águia nunca tinha visto, um dragão com asas de borboleta e presas e garras de águia. Pequena Águia olha espantado, parou mal querendo acreditar no que os seus olhos viam. O dragão dirigiu-se a ele e disse que se chamava Itzpapalotl, que era a borboleta obsidiana, uma deusa azteca. Aquele, lembrava-se de ter ouvido falar nela , mas mal podia crer que tinha a Deusa à sua frente.

Ela disse-lhe que sabia o quanto ele tinha medo da morte da irmã, perguntou-lhe se queria ser livre e voar. Tudo o que Pequena Águia mais queria era poder ser livre, ver o seu medo acalmado, não sofrer mais e voar.

Enquanto o Sol nascia e Itzpapalotl desaparecia, Pequena Águia transformou-se numa borboleta preta e voou.







Inti- Deus Sol dos Incas e outros povos peruanos

Pachamama - Terra-mãe dos Incas e outros povos peruanos

Mama Killa - Deusa do Firmamento. Deusa da Lua.

sábado, 4 de agosto de 2007

Love, regrets and sorrows.

Today I was thinkin' about love.
Love one another, bein' happy with someone, it's all so much better than bein' one, standin' all alone, wastin' your youth and your love.
Love hasn't found me so many times along these years. I guess I can say, I loved too much and received almost none in return. It should be such a wonderful feelin' love and bein' loved back.
I never felt it, and for that reason I am not a full happy person.
The ones I loved, I loved a lot. Oh I wish they could love me back then, but they didn't. Not even one.
Did you love me any time? You wanted me as your girlfriend but never said you loved me. So no one can comply for I never believed your aim was true. Deep deep inside I believe somehow someway you loved me for a while. But we always did our game, no one ever understood.
So much time as passed between us, and nothin' is left. Not only one memory except those I still keep in my heart. You'll always have your special place there and no one can steal it from you.
but, enough talkin' about you. You're no longer present.
Why? Why can't I take you off my mind after all these years? No one replaced you yet, I guess that's why.
Then my life changed a lot. I discovered me a new self with new likes and dislikes, but somehow still the old self. It wasn't easy to put all these feelings together, but I made it. I'm makin' it.
Met a lot of people. Fell for some, but that's how life is, absolutely surprising.However I had some disappointments, felt a lot of regret and sorrow, I'm still up.
Sometimes I feel incredibly lonely, feel so lonesome I want to cry, but most of the time I don't even think about it.I know the soul who belongs with mine wanders around. I only hope to someday find it.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Zia

Zia was the last survivor of a small village of the Inca people, in the middle of the jungle in Peru.

Since the day she was alone, Zia continued to make her quipus tellin' her story, the story of her village, not knowing who would read it.

sábado, 21 de julho de 2007

The young maid and the cigarrette...

Once upon a time, there was this maid.
She was sittin' in a bar smokin' this long cigarrette.
People stood by, stared at her..
But there she was, just smokin', probably not noticin' them.
All the way she smoked her long cigarrette very slowly, like she did every day.
Her hair was blonde and her eyes so beautiful... The boys and even the girls fell for her looks.
But she wasn't lookin' at them. She was just lookin'.
I bet she probably was about 30. But no one ever knew.
One day, the maid who used to smoke the long cigarrette met a girl, her name was Lucy.
Since the day the maid met Lucy, she was a different person. She started to talk to people, sayin' goodbye and hello. She not only looked at people passin' by, but also smiled at them.
No one could see it, but the maid was in love.
Lucy used to sit in front of her every day, at the same hour.
She just looked at the maid, smiled at her and held her hands in theirs.
Poor Lucy had gone one day. As she came she had gone.
And the maid stopped talkin' again, her eyes lost their shinin' and she wasn't able ever again to smile.
Now the poor maid cried every day...
No one seemed to care about her.. And there she stood, forgotten, every day, smokin' her long cigarrette.

Sombras de outrora...

Sombras de outrora hoje acordadas em mim.
Sou quem fui, um ser que ainda não esqueci.
Amo, amei, mas sinto-me sozinha.
Hoje as sombras, mostraram-me que estou só.
Sonho com alguém que até hoje não chegou. Sonho, anseio, mas essa pessoa virá?
Estou farta de esperar, houve alturas em que deixei de sonhar.
Há alturas em que não desespero, em que nem penso nisso, mas hoje aqui estou eu a desesperar por alguém...
E esse alguém teima em não aparecer, em fazer companhia ao meu ser.
Desespero por não ter esse alguém do meu lado. Quero tanto, preciso tanto desse amor..
Sentir aquele carinho, que vejo os outros sentirem, tudo me passa ao lado, tudo.
E começo a desesperar, sinto que a minha sombra vagueia por caminhos onde os outros não passam..
Porque estou eu sozinha, eu que preciso tanto de alguém? ...
Queria um abraço, um passar as mãos pelo cabelo, o ficar horas a olhar para a profundidade dos seus olhos..
E escrevo e sinto, como se tudo isto já se tivesse passado comigo, mas não se passou..
E sinto essa falta.. algo que não tem outro modo de se compensar.


18 de Julho de 2007