terça-feira, 3 de junho de 2008

Até quando?

Até quando vou continuar a fingir?
Até quando, esta boa disposição exterior que esconde uma raiva bem lá no fundo.
Só queria que me deixassem em paz.
Nem isso consigo ter. Todos os dias, tantas vezes.. Porquê?
Não tem de ser assim.
Não tenho de continuar a engolir tudo o que não quero.
Tantas vezes, só queria um bocado de paz e sossego. Não é necessário ligar todos os dias...
Fraquinho?? Que nojo! Enoja-me! Que se agarre a outras pessoas e largue-me um bocadinho do pé.
Quem me dera ser sincera e dizer tudo o que me passa pela cabeça... Mas por enquanto vai continuar a ficar por dizer...
Please, I only ask for space. Just leave me alone. Is it askin' too much?

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Momentos bons! Também são precisos. ^^

Sinto-me bem.
Estranhamente sinto-me vazia mas feliz.
Passei momentos tão bons com a minha Sisterhood. Senti que estamos mais unidas, apesar de tudo.
Não tenho falado com algumas pessoas.
Sinto de certa forma, algo de esquisito e indiferente em mim.
Mas de maneira geral sinto-me bem e isso é o mais importante.
As coisas não podem correr sempre mal e não nos devemos lamentar sempre. Sinto-me bem e venho brindar a isso :)
Dias felizes, que me deixam a sentir bem comigo própria, ver amigas que já não via há algum tempo. Tudo isso é bom! ^^

sábado, 10 de maio de 2008

Fallin' deep

And here I stand, once again there's something bothering me.
Don't know what, though.
I just wanted to get out of here, take some fresh air. See other things, different people, just get away from my house, the people I know, from everything I know and I have everyday.
Don't know why, need some distance. I was never like that before. What have changed, for me to behave like this?
The only thing I know is I have to study for that stupid s***.
I don't feel like me at all. Outside maybe, but the inside is revolving everything. Everything I knew, and it's givin' them new forms, new concepts.
Why is this sadness? Why, this emptiness? This feeling of loneliness?
It's as my world is falling apart.
Oh, what should I do?

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Para as pessoas que já não estão comigo.

E custa a crer...
É difícil acreditar que todas estas pessoas estão realmente a sair da minha vida.
Custa a crer que não as voltarei a ver. Tantas e importantes para mim. Por diversas razões, é certo, mas ainda assim.
Sinto-me triste. Apesar de não exteriorizar muito acho que isto anda a dar cabo de mim.
Sinto-me a não dar valor a nada. A viver só porque sim. E é estúpido. É estúpido porque há pessoas neste mundo que passam por pior e não se sentem derrotadas, seguem a vida em frente e vão a cortar os obstáculos no seu caminho de espada em punho. São pessoas lutadoras, persistentes com a sua vida. E que sabem que esta é um bem demasiadamente precioso para se perder.
Sou fraca. Nunca me aconteceu nada de mais e mesmo assim não luto por mim.
Devia aprender com os exemplos que tanto valorizo.
Se os reconheço e admiro, deveria aprender com eles.
Tenho saudades vossas.
"Tia"
"Avô"
"Amigo", boa pessoa.
"Amiga", mãe dedicada.
Por favor não quero esta lista aumentada.
Já é torturante o suficiente, as pessoas que perdi nos últimos meses.

De que vale a pena a vida se já não os temos cá connosco?
Pessoas tão importantes na infância e juventude.

Retiro o que de melhor aprendi convosco, para que um dia seja eu uma mãe ou avó ou amiga dedicada. Relembro-vos porque foram importantes e não vos esquecerei.
Até um dia, seja ele próximo ou não.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Sentimentos inesperados.

E sinto...
Sinto o que não queria sentir, após um ano isto é inesperado. Penso que estava tudo a correr tão bem, não consigo perceber o que se passou, para esta tonta paixão adolescente.
Se calhar é a prova real de que sou aquilo que digo que sou e não o que muitos pensam.
Se calhar nunca o fui e tudo foi um devaneio meu.
Não consigo acreditar nisso por muita coisa que se passou.
Mas será melhor afastar? Clarear ideias?
Só queria ser normal com aquela pessoa e esquecer tudo isto. Não percebo, sinto que estou a viver algo, mas não por mim, sinto que o estou a viver por outra pessoa. Estou muito cansada e já mal consigo pensar, mas se não viesse escrever isto num devaneio de sono, provavelmente não o faria.
Porque sinto eu isto? O que é isto? E o que é sentir?
Várias ideias passam pela cabeça...

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Put your wishes into the memories you do not want to forget!

Acabei de ver Ef, a tale of memories.
Dreams, memories, coisas que me dizem tanto...
Não poder recordar mais do que 30 horas, que seria de mim?
Seria desesperante ter de conhecer as pessoas como se fosse a 1ª vez, todos os dias.
Ficar para sempre na lembrança, memórias de há 4 anos e nada mais. O sofrimento enorme, o espanto ao ver que 4 anos passaram e que estou diferente fisicamente, todos os dias ler o que escrevo, o que quero recordar.
Mas haveria tanto, tanto que as 30 horas não seriam suficientes. Eu não saberia gerir o tempo, de modo a recordar-me e ainda viver esse dia.
Não desistir dos sonhos, aprender quando saímos derrotados e mudar de sonho, nessas alturas.
Lutar por algo que queiras, por muito que doa, quem sabe se amanhã não será um dia melhor. Quando tudo parecer extinto, procura nos traços mais pequenos. Quando encontrares um sinal, segue-o.
Não desistas do amor e principalmente da vida.

(Já é tarde e tenho a sensação de que este post está disparatado. ^^')

quinta-feira, 6 de março de 2008

Reflexos da lua

Sento-me na janela e olho para a lua.

A lua alta, grande, lá no céu, toma a forma dos meus pensamentos, traz-me recordações de um passado, que por vezes fica tão distante, que já não o recordo mais.
Uma brisa ligeira, e os meus cabelos esvoaçam, só eu, o parapeito da janela onde me sento e a luz brilhante da lua, numa noite que ainda há pouco começou e que tem muito para me revelar.
A luz brilhante da lua ilumina o meu quarto, a rua lá em baixo e ponho-me a pensar.
Crianças, dou comigo a pensar em crianças, crianças felizes, quiçá filhos meus. Gostava de um dia ser mãe e passear por jardins com os meus pequenotes. Brincar com eles, ter todo o tempo do mundo para estar com eles, ensinar-lhes os valores que um progenitor deve ensinar.
Nisto o vento sussurra ao meu ouvido, eu sinto um arrepio nos ombros e estremeço levemente. As imagens na minha mente mudam quando volto a olhar a lua.
Penso numa carreira profissional que me satisfaça e que me torne conhecida, pode ser e certamente será um pensamento egoísta, mas é verdade, gostava de ser reconhecida por algo.
Baixo o olhar até à rua quase deserta, um gato mia, lá em baixo, vejo-o subir a uma árvore. O que será que os gatos pensam de nós? Certamente pensarão coisas diferentes, cada um é diferente do outro.
Olhando para cima, volto a cruzar o meu olhar com a lua distante, fria, lá em cima, reluzente. Penso na pessoa perfeita, nunca fiz muitos planos, queria apenas alguém verdadeiro, a quem me pudesse entregar e confiar plenamente. Alguém que gostasse verdadeiramente de mim e que gostasse de mim pela pessoa que sou. Da Beleza apenas tenho a dizer, que esta permanece apenas nos olhos de quem vê.
Uma brisa mais forte, fecho os olhos, imagino-me voar no imenso céu escuro. Na realidade pouco me prende, apenas o parapeito.
Imag
ino-me como num retrato, perfeito como todos o são, cabelos ondulados, esvoaçando com o vento, a lua no alto, muito branca, iluminando tudo em minha volta, eu sentada no parapeito da janela do meu quarto. Guardada eternamente nos olhos de um pintor.
Noto que a madruga ameaça surgir, então recolho-me.
Por hoje apenas quero a escuridão e a lua.

Noutro dia a luz me será mais necessária.
Assim me vou com sonhos que me embalam, a ternurenta lua por companheira e o vent
o a mostrar o caminho.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Isso.

Tenho saudades tuas, meu anjo.
Tenho saudades de ser inocente, feliz.
Saudade de estar a aprender e de ter vida toda pela frente.
Sinto-me a afundar em tristeza.
Sinto como se me estivesse a afogar e absolutamente nada nem ninguém me pudesse salvar.
Tenho de sair do poço, não posso pensar no fundo do poço.
Estou parva e a deprimir-me.
Lamento!
=(

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Bothered,am I?

Is it bothering me?
Yes, probably it is.
I don't even love you, but is a good feelin', the one you were givin' to me.
Anyone knows it feels good when someone watches over you, talk to you, show some interest in you. And if that person stops doin' that, you feel it. It's bad, you don't want it.
You just want that feelin' again.
And that's how I am now, I want to feel that way again.
Honestly and childishly I hope next time I'll see you, you'll be as usual. But some part inside says you won't. And that's what will happen.
I just have to remind me of that.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Lenore

Startling news and I started to get aroused.
I walked down the road, hair wavering in the wind.
And then she was. This beautiful maiden with eyes so blue.
She smiled at me. I was deeply lost in her eyes. She walked my direction. I just stare, gazing at her.
[Rascunho]