quinta-feira, 21 de março de 2013

Primaveeeeera!!!

A vida voa quando estamos em movimento..
Mas é também nessa altura que melhor a aproveitamos, que fazemos amizades, criamos momentos.
Sinto-me bem, preenchida, feliz.
Sinto um rumo, uma aberta no céu cinza de Inverno.
Já se sente um quê de Primaveril.
É em movimento que a vida faz sentido.
É em sentir-me bem e ajudar os outros que a minha vida anda.

domingo, 10 de março de 2013

(Des)Encontros

"O poeta disse que a vida é a arte do encontro, apesar de haver tanto desencontro nela!"

Li isto  não resisti.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Saudade






"Arararararara aira rararara rarara... 
Három mérõ piros szalag
ej de nem ér...

Istenem, istenem 
Vajon mi lelt engem? 
Három mérõ piros szalag
ej de nem ér körül engem! 

Istenem, istenem 
Vajon mi lelt engem? 
Nekem is van egy bánat 
Vajon mi lelt? 
Három mérõ... Három mérõ 

Arararararara aira rararara rarara...

Istenem, istenem 
Vajon mi lelt engem? 
Három mérô piros szalag
ej de nem ér körül
Három mérõ... Három mérõ

Arararararara aira rararara rarara... 
Nekem is van egy bánatom... 
Arararararara aira rararara rarara... 
Vajon mi lelt engem? 
Arararararara aira rararara rarara... 
Nekem is van egy bánatom... 
Arararararara aira rararara rarara... 
Vajon mi lelt engem? 
Arararararara aira rararara rarara... 
Nekem is van egy bánatom... 
Arararararara aira rararara rarara...
Vajon mi lelt engem?"

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Embaralhada no baralho da vida alheia

A sério?
Acho que testas os limites da minha paciência, fazendo uma coisa mais estúpida que a anterior...
Não percebo porque te oiço, porque te tento ajudar ainda..
Talvez um dia percebas que não é o meu lugar saber da tua vida e ajudar-te a tomar decisões nela.
Temos um oceano inteiro a separar-nos e, no entanto fazes parecer a distância tão curta ao meteres-me na tua vida.
Não há espaço para mim aí, rapaz, já houve, já foi o tempo. Not anymore!

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A dificuldade em ser eu.

Faltam-me pessoas com quem falar, falta-me conseguir pôr cá para fora.
Não podendo falar com as pessoas do costume, até porque elas não me querem ouvir, fica cá tudo atafulhado dentro e qualquer dia é como uma panela cheia de água a ferver.
talvez a solução seja conhecer mais pessoas, talvez a solução seja eu estar mais forte primeiro..
Talvez não haja sequer uma solução certa.
Gosto das alterações da minha vida, não o posso negar.
Gosto das pessoas que fui conhecendo e que têm vindo a mudar a minha vida, a minha forma de pensar e que, de certa forma, me têm ajudado a crescer.
Fico, sem dúvida muito feliz, pelas pessoas que me querem nas suas vidas.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Palavras que me saíram da boca sem pensar

sei que preciso think things through, mas a verdade é que estou farta de ter de fazer coisas que não gosto como apresentações, aprender coisas que não considero úteis, enervar-me uma e outra vez. Eu não quero fazer isto da vida, porque não estou a fazer algo mais proveitoso?
O Shia... é missionário, é feliz, ajuda pessoas, a minha vida é tão useless, e nem faço o que queria.
Ir para o Japão durante um ano!!!! Era maravilhoso.. Mas nem isso posso, não tenho o dinheiro necessário para ir, nem posso por causa da minha Associação, se é para me dedicar de corpo e alma, dedico-me de corpo e alma. Daí que o Summer School em Wales não seja tão mau, são só 2 semanas, é muito mais perto
mas não me daria o mesmo prazer que ir para o Japão, estudar, trabalhar.
E volto a pensar no Perú...
Eu gosto do meu país, a sério que sim, mas não me sinto bem, cá. Parece que me falta alguma coisa. E sinto que não consigo viver mais aqui.. Esta gente não me deixa cuidar de mim...
Querem meter-se no que não devem, nunca se meteram no que deviam...
Arhhhhhhhh!



domingo, 17 de fevereiro de 2013

My Chan..

Ah, como sabe bem ver esta série, parece que me ilumina o espírito, que me dá força e fé, que me faz acreditar. Cheguei à conclusão q  até hoje já passei 54 horas a vê-la. Sem dúvida das melhores horas da minha vida.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Pensamentos pensados e por pensar

* A culpa é minha que me apego de mais às coisas e que as tomo como minhas, como partes de mim.

* As coisas não são assim tão lineares.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013


Está a chover! Entro no café, sacudo o guarda-chuva.  Pouso-o ao pé de tantos outros. Dispo a gabardine. Procuro uma mesa vazia, o ambiente é acolhedor, cada mesinha com a sua vela no meio.
Cores entre o preto, castanho, amarelo e alguns brancos. Vejo uma encostada à janela, vaga, penso eu, e sem demoras sento-me. O casaco sobre a cadeira à minha esquerda.
Os empregados de mesa, com as fardas tom de pinguim, falam baixo e educadamente. No total devemos ser cerca de dez pessoas no Le Rouge.
Um senhor muito bem aparentado, talvez na casa dos 50, vem perguntar-me se desejo beber alguma coisa.
- Um café- peço-lhe eu- por favor!
Enquanto aguardo tiro a caneta e o caderno. Começo a rabiscar. Penso sobre o que vou escrever. Nisto, oiço uma voz à minha frente.
-Desculpe! This was my table. - sotaque arranhado, francês. Fico estática, surpresa. Digo:
- Oh, I'm sorry. But I've ordered already.
-Hmm- diz o jovem à minha frente- Would you mind if I joined you?
- No, not at all. - respondo eu. 
O jovem, de óculos, cabelo curto, negro, lábios finos, afasta a cadeira, senta-se, pousa o casaco com alguma delicadeza. 
- My name's Cyril, I'm french. You are...
- Paula, I'm portuguese. Would you like a cup of coffee as well?
- Yes, please.
- Por favor, mais um café. Obrigada.
- Thank you!
- You're welcome.
Sorrimos e depois deixámos o silêncio entrar, enquanto nos olhávamos à vez.
Fiquei envergonhada e olhei para baixo.
Uma moça nova chegava com a minha chávena de café. Agradeci. 
Decidi esperar por ele. Passado um tempo lá chegou o café dele.
Abri o pacote de açúcar, despejei cerca de meio e depois guardei o resto ao lado da chávena e mexi.
Olhei de novo para ele, percebi que não sabia o que dizer.


Setembro 2012

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Vieram, enfim, vieram.

Tanto trabalho, tanta coisa para fazer. Mas não quero seguir aquele conselho já.
Quero experimentar primeiro, saber-me capaz ou não de algo.
Acho que com o sono regulado se torna mais fácil.
Foi uma recaída, foi só por um bocadinho.
Já estou back on track.